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quinta-feira, 21 de abril de 2011

E a felicidade que sempre esperamos?
Uma vez bate em nossas portas, e na outra em nossa garagem.
Quando queremos a calma e o conforto de nossa cama, nos deparamos com uma cama suja de motel.
E nada nos satisfaz.
Aquela pessoa meiga e calma que dizemos ser nosso amor.
Mentiras de uma lençol sujo, não passa de uma noite em um lugar estranho.
Nada que nos traga conforto.
A não ser acordar e ver que ainda está com o mesmo bafo de álcool da noite passada.
Garrafas jogadas por cima de lençóis.
A felicidade engarrafada em uma simples garrafa barata de RUM.
O mesmo numero do quarto a pedido da garota.
E a felicidade?
Aonde fica?
Exactamente na mesma garrafa que compras -te.
E nada mudou, e nada foi achado.
Nada foi modificado.
E nada ficou.

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E você definiria a sua felicidade?
Bom por hoje é só, então até a próxima.
Em uma certa tarde de verão.
A garota se depara com algo que nunca viu.
Ela percebe rapidamente que sente algo inesperado, por alguém que menos espera.
Alguém que sempre disse, que o amor é um dos demónios de Satanás.
Quando isso se refere a ela, ela se sente completamente mau.
E percebe que que sente é errado.
Com cuidado prepara algo para si mesma.
E ao terminar aquela, forca.
Se depara novamente com aquele sentimento doce e amargo ao mesmo tempo
E vê a foto da pessoa amada.
Sente que que faz é errado porem, já está à ser feito.
Quase a terminar, uma voz doce corre pelos ouvidos.
E quem ela menos imagina aparece e diz:
Quando disse aquilo, não disse para o seu mal, porém disse para curar a sua dor.
Se que sentes, é verdadeiro não importa a quem importa.
E sim a ti, se estás disposta a correr atraz de sua felicidade corra.
Mais não machuque a si mesma, e nem mate a sua esperança.
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Até a próxima.